Resenha: O Herói Perdido – Os Heróis do Olimpo | caps 1e 2

Certamente estou chovendo no molhado quando decido fazer uma resenha sobre um dos livros mais lidos pelo público infanto-juvenil de literatura fantástica. Sei que não trarei nada de novo sobre o livro O Herói Perdido, mas creio valer a pena registrar meu ponto de vista sobre o primeiro livro de uma saga tão empolgante quanto […]

Certamente estou chovendo no molhado quando decido fazer uma resenha sobre um dos livros mais lidos pelo público infanto-juvenil de literatura fantástica. Sei que não trarei nada de novo sobre o livro O Herói Perdido, mas creio valer a pena registrar meu ponto de vista sobre o primeiro livro de uma saga tão empolgante quanto Os Heróis do Olimpo.

Confesso que apesar de passar um pouco dos 3.0 (31 aninhos), sou fã incondissional de Rick Riordan e suas magníficas séries. Percy Jackson e os Olimpianos, Os Heróis do Olimpo e As Crônicas dos Kano são obras fantásticas, que misturam o etéreo mitológico com situações corriqueiras, do dia a dia de qualquer adolescente ao redor do mundo. Riordan é sem dúvida alguma um dos maiores escritores de nossa época.


Sinopse de “O Herói Perdido – Os Heróis do Olimpo”

“Depois de salvar o Olimpo do maligno titã Cronos, Percy Jackson e seus amigos trabalharam duro para reconstruir seu mais querido refúgio, o Acampamento Meio-Sangue. É lá que a próxima geração de semideuses terá de se preparar para enfrentar uma nova e aterrorizante profecia. Uma mensagem que pode se referir a qualquer um deles:

Sete meios-sangues responderão ao chamado.
Em tempestade ou fogo, o mundo terá acabado.
Um juramento a manter com um alento final,
E inimigos com armas às Portas da Morte afinal.

Os campistas seguirão firmes na inevitável jornada, mas, para sobreviver, precisarão contar com a ajuda de alguns heróis, digamos, um pouco mais experientes — semideuses dos quais todos já ouvimos falar… e muito.
Novos personagens e alguns velhos conhecidos do Acampamento Meio-Sangue dividem espaço neste primeiro livro da saga OS HERÓIS DO OLIMPO, que nos leva de volta ao universo da série Percy Jackson e os Olimpianos — agora, com ainda mais aventuras, humor e mistério, em uma trama que vai deixar qualquer mortal ansioso pelos próximos volumes.”
Fonte: site oficial Os Heróis do Olimpo

Pois bem, vamos ao que interessa.

Resenha de “O Herói Perdido”, capítulos 1 e 2- Atenção, contém spoilers!

O livro O Herói do Olimpo é narrado por três personagens: Jason, filho de Júpiter, deus dos céus (versão romana do deus Zeus, rei dos deuses olimpianos); Léo, filho de Hefesto, senhor das forjas e do fogo; e Piper, filha de Afrodite, deusa da beleza e do amor.

Jason acorda em um ônibus, ao lado de uma linda garota chamada Piper, que está segurando sua mão. No banco da frente, está sentado Léo, que se virá para conversar com Piper e Jason. Até ai, tudo normal. O único problema é que Jason não se lembra de Piper nem de Léu. Léo alega que é o melhor amigo de Jason e  que Piper ultimamente passou a ser um pouco mais que amigo dele, deixando tanto Jason como Piper envergonhados.

Jason não sabe como chegou ao ônibus e muito menos porque todas as crianças presentes (incluindo a linda garota ao seu lado e o Léu, que demonstrou ser um garoto bem maluco e hiperativo) sabem quem ele é, sendo que a única certeza que ele tem é de que não devia estar ali.

Seus temores se concretizam quando ele olha para o professor responsável pela turma, o treinador Hedge, um sujeito baixinho e troncudo, que parecia bastante ameçador com um taco de beisebol nas mãos. Uma olhada para ele e Jason teve a certeza que Hedge também sabia que ele não deveria estar ali.

Quando eles chegam ao seu destino, o Museu Nacional do Grand Canyon, Jason e Léu se separam de Piper, que é obrigada a fazer dupla com Dylan, um garoto que ela não suportava, para realizar o trabalho de escola.

Mal eles se separam, nuvens escuras começam a se formar bem em cima do prédio. Apreensivo por causa delas, Jason vai até o treinador Hedge para conversar com ele, já que o treinador é o único que não agia como se o conhecesse. Hedge acusa Jason de ser responsável pela tempestade que se aproxima, mas logo eles são surpreendidos por ventos fortes que ameaçam os alunos.

Piper e Dylan seguram as portas de vidro do museu para que todas as crianças entrem, se refugiando da tempestade de vento. Porém, antes que eles, Jason, Léu e Hedge pudessem passar, as portas se fecham. Dylan manda Léu canyon abaixo, mas ele por algum milagre consegue se segurar em uma rocha. Edge tira o boné e os sapatos, fazendo Jason ter um flash e reconhecê-lo como um fauno. Porém, é corrigido por Hedge, alegando que ele é um sátiro, pois faunos são romanos.

O treinador mergulha para salvar Léu e Jason enfrenta Dylan, lançando o bastão do treinado (que havia se transformado em um cajado) direto em sua testa. Sangue dourado, ícor, escorre do ferimento. Dylan começa a se transformar e revela sua forma verdadeira: um anjo diabólico formado por nuvens. Jason tem outro flash em sua memória e reconhece a criatura como um ventus, um espírito de tempestade.

Dylan ataca Jason com um raio. Mas depois de alguns instantes, para surpresa de Dylan e Piper (e pra sua própria), Jason se levanta e se sente bem. Ele joga uma moeda dourada que estava em seu bolso, como se estivesse acostumado por isso, e ela se transforma em uma espada. Dylan convoca outros dois ventus para matar Jason, mas ele os destrói facilmente.

Enquanto Dylan fica pasmo com Jason, o treinador Hedge volta com Léo. O ventus da então sua cartada final, dizendo que sua senhora irá vencer a guerra. Dizendo isso ele manda Piper canyon abaixo. Jason mergulha para salvá-la e descobre que pode controlar os ventos, salvando a garota. Quando eles conseguem retornar a plataforma co canyon, encontram Léo deitado e esgotado no chão. Ele explica que o treinador Hedge e Dylan subiram pelo redemoinho de tempestade, passaram por ele e não voltaram mais.

Jason explica aos amigos que Hedge disse que tinha que proteger os três. Antes de terminarem a conversa, uma carruagem puxada por cavalos voadores, pegasus, desce até eles. De dentro da carruagem descem Anabeth e Butch, vestidos com armaduras gregas e armados como guerreiros.

Anabeth pergunta para Jason “onde ele está”, como se estivesse procurando alguém. Ela pergunta sobre o treinador Hedge como protetor dos meninos, o que os deixa bem confuso. Sem saber o que fazer, Jason explica que foram atacados por ventus e explica como Hedge foi sugado por um redemoinho de vento. Anabeth explica a Jason que o termo grego correto para espíritos de tempestade é anemoi thuelai. Ventus é um termo romano.

Butch aponta par os pés de Jason e ela fica ainda mais nervosa, saindo em direção a carruagem. Butch explica aos três garotos que Anabeth teve uma visão onde tinha que encontrar um garoto de um sapato só, e ele seria a chave para encontrar Percy. Como as nuvens estavam ameaçadoras, Butch e Anabeth tiram Piper, Léo e Jason de lá com a carruagem puxada pelos pégasus, antes que sejam atacados por mais ventus ou anemoi thuelai, como queiram chamar.

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